O CPF prova quem é
O mesmo CPF é a mesma pessoa, em qualquer cliente e em qualquer sistema seu. Chegou um identificador que ninguém conhece, com um CPF que já existe? Cai na ficha dessa pessoa, e o identificador novo passa a levar até ela.
A mesma pessoa cadastrada cinco vezes, cada sistema com um pedaço. O cliente que é uma família, não uma empresa. O atendente que responde sem saber se está falando com o titular. O bFocus separa quem contrata de quem usa — e mantém uma ficha por pessoa, mesmo quando ela aparece em vários clientes e em vários dos seus sistemas.
Juntar o cadastro errado é pior do que ter dois. Por isso um único dado junta pessoas sem perguntar: o CPF.
O mesmo CPF é a mesma pessoa, em qualquer cliente e em qualquer sistema seu. Chegou um identificador que ninguém conhece, com um CPF que já existe? Cai na ficha dessa pessoa, e o identificador novo passa a levar até ela.
Quem digita um e-mail no navegador não herda a conta de outra pessoa. Dado que chega de fora sem assinatura não junta cadastro: vira uma pista em Organizar cadastro, para a equipe decidir.
Se a ficha já tem um CPF e chega outro, a gravação para e devolve o conflito. Trocar o CPF de alguém é decisão de gente, não de integração.
Uma pessoa é encontrada por vários identificadores. O ERP usa o dele, a loja usa o dela, e o código antigo continua funcionando depois de uma unificação.
Um principal e os adicionais que vierem. A busca reconhece todos: o endereço do trabalho e o pessoal levam à mesma pessoa.
Se o e-mail que chegou já é de alguém do seu time, a sincronização não adota nem altera essa conta. A pessoa é criada sem esse contato, e fica a pista para alguém olhar com calma.
A regra da casa é simples: nada se junta por palpite. Sem CPF, dois cadastros parecidos entram na fila de possíveis duplicados e alguém decide.
Tem cliente que é uma empresa com trinta funcionários e tem cliente que é uma família. O cadastro aceita os dois sem ginástica — e sem transformar a pessoa em empresa de si mesma.
kind, legal_name, state_registration, municipal_registration e id_document entram pela API pública e pela planilha com o mesmo significado que têm na tela.
Ver a API públicaO contador atende quatro empresas. O consultor aparece em três. Quando dois sistemas seus mandam essa pessoa, ela não pode ficar em pingue-pongue de empresa.
Com quatro produtos escrevendo na mesma empresa, a transferência automática mudava a pessoa de cliente a cada carga — e o sistema de origem nem percebia, porque para ele nada tinha mudado.
Nem toda pessoa chega com a empresa identificada. A lista mostra as que estão em algum cliente e as que ainda não estão em nenhum.
Nome, e-mail, telefone ou identificador — o principal e os extras. Você cola o código do seu ERP e a pessoa aparece.
Com acesso, Sem acesso, Em mais de um cliente, Sem cliente. E dá para prender a lista a um cliente específico.
Os clientes da pessoa, o acesso em cada um, os identificadores, os chamados e o histórico, sem sair da lista.
Ligar a mais um cliente, tirar o acesso de um só, desligar de um cliente. Antes de confirmar, a tela diz o que vai acontecer e o que continua.
Ligada a mais um cliente, desligada, transferida, cadastro mesclado, identificador adicionado, removido ou trocado de principal.
A pessoa aberta fica no endereço da página: dá para mandar o link para um colega, e o voltar do navegador fecha o painel.
Quando o palpite não basta, o par espera por alguém. São quatro passos, sem planilha de apoio.
No alto da lista de clientes: quantos têm documento, e-mail e pessoas com acesso, quantos possíveis duplicados existem e quantas pessoas chegaram sem empresa identificada. Cada número filtra a lista.
Cada par vem com o porquê — mesmo CNPJ/CPF, mesmo e-mail, mesmo telefone, nome muito parecido, mesma raiz de CNPJ — e com a marca de Muito provável ou Provável.
Em clientes, a unificação é campo a campo: você escolhe de que lado vem cada um, o que estiver vazio em quem fica é completado por quem sai, os e-mails e telefones dos dois continuam, e para confirmar você digita o nome do cadastro que sai. Em pessoas, você escolhe quem fica e o resto vai junto.
Um clique tira o par da fila para sempre. Deixar dois cadastros custa bem menos do que juntar os de duas pessoas diferentes.
Fora da fila: quem chegou sem empresa identificada recebe uma sugestão de cliente — pela agenda do cliente, pelos chamados ou pelo domínio do e-mail corporativo, nunca por gmail e afins — e a verificação da base lista o que está fora do lugar, com conserto de um clique quando o conserto é seguro.
Ninguém começa do zero. O cadastro que você já tem entra por planilha, e os seus sistemas continuam mandando pela API.
Sete SDKs oficiais, identificadores extras que voltam legíveis e apagar contato é explícito: nulo e ausente continuam significando “não mexe”.
Ver a API e as SDKsCadastro bom é também o cadastro do qual você consegue prestar contas. O que existe hoje, sem enfeite.
Isolamento por empresa, login sem senha, identidade verificada por assinatura e chave com escopo estão na página de segurança.
Ver segurança e LGPDNão. Aqui é cadastro e atendimento: quem contrata, quem são as pessoas dela, e o histórico de chamados, conversas e projetos. Prospecção e leads ficam no módulo Comercial, que é outra página.
Não. O que está na ficha de uma pessoa foi você, a sua planilha ou um sistema seu que mandou. Existe enriquecimento no bFocus, mas é do módulo Comercial, é da empresa do lead (CNPJ e domínio, por fontes públicas) e não da pessoa.
Cada um manda o código dele. Um vira o identificador principal e o outro fica como identificador extra: os dois levam ao mesmo cadastro, e a lista mostra qual é qual e de onde veio.
A gravação para e devolve conflito. Nada é trocado em silêncio: alguém da sua equipe olha e decide na tela.
Não. Sem CPF o cadastro funciona igual — só não junta ninguém por palpite. Dois parecidos ficam esperando em Organizar cadastro.
Pode. O acesso é do vínculo: tirar numa empresa não mexe na outra. Ela só é desligada de vez quando nenhum cliente dá acesso a ela.
Tudo do que sai passa para quem fica: chamados, conversas, projetos, tarefas, anotações e arquivos. O identificador de quem sai continua valendo como identificador extra, então o widget e a API que ainda usam aquele código não quebram. Não dá para desfazer, e por isso a unificação de clientes pede que você digite o nome do que sai.
Importe a planilha, veja a prévia e olhe a fila de duplicados. Sem cartão e sem implantação.